
A montagem ficou meio tosca, mas valeu a intenção ^^

A montagem ficou meio tosca, mas valeu a intenção ^^
Clipe recém-lançado de uma das bandas das quais eu mais gosto, e tem muito a ver com o estado no qual me sinto atualmente. Have a Look.
Abraços.
Se você tá sem o que fazer, recomendo um ótimo joguinho em Flash, ao estilo Worms, com uma jogabilidade simples porém viciante, e com a vantagem de ser Multiplayer Online, perca seu tempo jogando contra pessoas do mundo todo e colecionando vitórias (ou derrotas!). O único ponto negativo é que o jogo não é atualizado há um bom tempo, mas ainda assim a quantidade de usuários jogando é grande.

Para jogar clique AQUI
Faz um bom tempo que não mexo nesse blog. Simplesmente porque não tenho interesse. Não sou blogueiro, e creio que não possuo vocação para tal. Mas quando surge vontade de expressar alguma coisa aqui, mesmo que nenhuma criatura viva por sobre a face da Terra leia, eu simplesmente posto.
Bom:
Quando resolvi acessar meu “spaces” dizia que haveria uma migração do blog para o WordPress. Ouvi muito falar do WordPress, muitos blogueiros do Brasil usam, aliás, os mais acessados blogueiros usam. Resolvi dar uma olhada. A primeira vista achei um pouco complicado se comparado com o clássico Spaces, me perco entre tantas opções avançadas, mas o importante é que consegui descobrir como postar alguma coisa ^^.
Tenho um bom conteúdo nos meus poucos posts antigos, check’em out.
Abraços.

Teste da Geladeira (em inglês)
O meu recorde foi de 9 horas! hehehe
(Fonte)
(versão editada e corrigida do original)

Seu Raul era um homem pobre. Ele vagava pela cidade, consertando
portas, arrumando telhados e cuidando de jardins em troca de pratos de
comida. Vez ou outra, alguma boa alma lhe dava umas roupas, uns
mantimentos. E assim ele seguia a vida. Era andarilho. Não tinha casa
nem ponto fixo.
Um dia, seu Raul vinha passando por uma rua muito chique. Era cheia
de árvores dos dois lados, e as casas eram muito bonitas. Verdadeiras
mansões. Já era passado do meio dia, quando Raul notou que seu estômago
roncava forte.
Foi quando ele viu, que estava em frente a uma casa com portão de grade, onde no quintal, um homem fazia um churrasco.
A boca de Raul encheu-se de água olhando aquela linda picanha
brilhando ao sol. A fumaça cheirosa proveniente das gotas de gordura
que pingavam das linguiças subia ano ar, inundando todo o ambiente com
o delicioso cheirinho do churrasco.
-Bom dia. -Disse ele para o homem que fazia o churrasco.
-Não tem comida não. -Respondeu o velhaco, sem lhe olhar na cara.
-Tudo bem, não tem problema. Eu tenho um pão velho aqui.
-Então coma seu pão, que eu como a minha carne.-Respondeu o velhaco.
O velhaco era o Doutor Capinã. Um velho rico, famoso por sua avareza
na cidade. Ele era dono de mais da metade da cidade. Vivia de imóveis
de aluguéis e salas comerciais. Sempre com carrão do ano, sempre usando
as melhores roupas, mas não dava esmola, não ajudava ninguém.
Seu Raul sentou-se em frente ao portão da mansão do velhaco e sacou
de sua sacola um pacote de papel cor de rosa. Daquele embrulho tirou um
pão. Era um pão francês já duro.
O velhaco comia pedaços de carne enquanto via Raul tentar quebrar o pedaço do pão, duro como uma pedra.
Então Raul teve uma idéia.
-Doutor Capinã?
-Fala.
-Não tenho cara de lhe pedir um pedaço da sua fabulosa carne de
churrasco, mas será que o senhor permitiria que eu colocasse o meu pão
aí perto da sua carne, de modo que a fumaça da carne entranhasse no pão
e ele ficasse pelo menos com um gostinho mais perto do dela? -Perguntou
ele.
Qualquer pessoa ficaria compadecida com tamanho gesto de humildade,
e daria um prato de carnes para o pobre homem, mas aquele não era um
sujeito comum. Era Doutor Capinã.
-Olha, eu ia dizer que não, mas o senhor sabe. Parte-me o coração
comer meu churrasco e te ver comendo só este pão duro e seco. Então,
pode me passar o pão que eu coloco ele aqui na fumacinha pro senhor.
O golpe havia saído pela culatra. O sujeito era tão safado que
aceitou colocar o pão duro do seu Raul na fumaça do churrasco dele.
Raul passou com todo o cuidado o pão pela grade do jardim. O Velhaco
colocou o pão num espeto e pendurou-o sobre a churrasqueira.
Enquanto o pão ia pegando a fumacinha do churrascão de picanhas e
linguiças, os dois homens, cada qual em seu lado do gradil batiam papo.
Era uma conversa estranha. Seu Raul era um homem simpático,
conversado. Contou a vida para o velhaco, que era um sujeito na maioria
das vezes quieto, sem amigos.
Raul contou da fazenda que possuía, das mulheres que teve e dos filhos que viu morrer.
Quase uma hora depois, quando a fome chegou em seu clímax e não dava mais para aguentar, seu Raul pediu o pão de volta.
-Ah, sim. O pão. -Disse O Doutor Capinã.
-Pois é. Acho que já deve estar com o gostinho da carne. POde passar ele pra mim?
-Claro… São dois reais! -Disse o velhaco.
-Dois reais? -Perguntou Raul.-Como assim? O pão é meu!
-É seu, mas a fumaça é minha. Eu deixei o senhor desfrutar da fumaça
do meu churrasco, que acrescentou valor ao seu pão. Por isso eu exijo
pagamento. Senão, não tem pão.
Aquilo era o cúmulo da filhadaputice humana. Cobrar por deixar o pão
do pedinte na fumaça do chgurrasco, que ele preemptóriamente se negou a
compartilhar com o homem.
-Não é justo! -Gritou seu Raul.
-É justo. Justíssimo! -Devolveu o velhaco Capinã.
A contenda tornou-se séria e cada vez mais os dois homens se
exaltavam, cada qual em seu lado da grade. Os vizinhos saíram as ruas
para tomar conhecimento do embróglio.
Mais e mais pessoas iam se aglomerando. Umas ao lado de Capinã.
Outras ao lado de Raul. O impasse começou a tomar ares de confusão.
Manel, o dono da quitanda fez sinal para o menino correr para chamar
uma autoridade, ou aquilo poderia acabar em morte.
Dali a uns minutos, surgiu Tibúrcio, o juiz. O povo abriu caminho e
o velho Tibúrcio, um homem velho e muito inteligente se aproximou.
O povo em silêncio ouvia.
-O que está acontecendo aqui? -Perguntou o velho juiz.
-É que ele não quer me dar o meu pão. -Disse apressado seu Raul.
-Como é? -Perguntou o Juiz.
-A coisa é o seguinte, doutor Tibúrcio. O seu Raul apareceu aqui na
grade da minha propriedade pedindo um pedaço de carne. A carne que eu
comprei com o meu dinheiro. Portanto, minha carne. Como ela é minha, é
meu direito decidir se a como, se a dou ou se jogo fora. Certo?
-Certíssimo. -Respondeu o Juiz. O povo que estava a favor de Capinã
aplaudiu ruidosamente, sob vaias dos que estavam a favor do velho
pedinte.
-Pois bem. Eu neguei a ele um pedaço de carne. Então ele me propôs
colocar o pão dele sobre a fumaça da minha carne, de modo que o pão
dele pegasse uma fumacinha proveniente da minha carne e ficasse com um
sabor melhor. Assim eu prestosamente concordei.
-Certo. Continue.
-Pois quando ele achou que estava bom, me pediu o pão. Eu disse a
ele que o serviço que eu havia prestado a ele custaria dois reais,
afinal o pão dele estava com gosto de guardado, e colocando sobre a
fumaça do meu churrasco, ficou com um sabor melhor. Dois reais foi pela
prestação do serviço de melhorar o sabor do pão do seu Raul. Que se
nega a pagar.
-Hum…Entendi -Disse o Juiz coçando o queixo. O povo em silêncio. Todos aguardavam a opinião abalizada da autoridade.
Os dois homens, cada qual e um ponto da pirâmide social, esperavam saber para o lado de quem a justiça inclinaria sua balança.
O juiz pensou por dois minutos. E em seguida respondeu.
-O doutor Capinã está certo. – O povo explodiu em uma confusão de
aplausos, assovios, vaias e gritos. Mas o juiz levantou a mão em sinal
que ainda não acabara de proferir sua sábia sentença e a multidão de
súbito se calou. E então, Tibúrcio continuou. Virou-se para o seu Raul
e disse:
-Seu Raul, o senhor tem os dois reais aí?
-Tenho sim senhor. Ganhei na porta da igreja. Tá aqui. -Disse o pobre homem estendendo uma velha meia com duas moedinhas dentro.
-Doutor Capinã, se aproxime da grade para receber o pagamento, faz favor. -Disse o Juiz em tom sóbrio.
-Agora pode devolver o pão. -Disse o Juiz, o que prontamente o
velhaco fez. O pão foi entregue ao seu Raul. O velhaco mais que
depressa estendeu a mão. O juiz levantou a meia com as duas moedinhas.
-Doutor Capinã, o senhor está vendo o dinheiro?
-Estou sim senhor. -Disse o velhaco, ávido pelas moedas. O juiz
então sacudiu a meia, de modo que as moedas se batiam, fazendo o
barulhinho do dinheiro.
-Doutor Capinã, o senhor está ouvindo?
-Estou sim senhor. -Disse o velhaco, já meio impaciente.
-Então está pago. Se o senhor cobrou pelo cheiro, pode receber pelo
barulho. -Disse o juiz, devolvendo os dois reais do Seu Raul. O povo
aplaudiu em êxtase.
Doutor Capinã voltou para sua casa puto da vida e nunca mais saiu de lá.
Cinco coisas acontecem simultaneamente as quais precisam ser atendidas:
1. O telefone está tocando.
2. O bebê está chorando.
3. Alguém bate na porta da frente.
4. Há roupa lavada pendurada no varal do quintal e começa a chover.
5. A torneira da cozinha está aberta e jorrando água.
Em que ordem você resolve os problemas?
Anote sua ordem, e veja abaixo como você tomou sua decisão.
Cada situação representa algo em sua vida.
Não trapaceie o teste olhando as conclusões antes de responde-lo!
1. O telefone representa ………… seu trabalho ou carreira
2. O bebe representa ……………. sua família
3. A visita representa ………….. seus amigos
4. A roupa lavada representa …….. sua vida sexual
5. A água corrente representa ……. dinheiro ou riqueza
O resultado te fez pensar ?…
Bateu com as suas prioridades?…
A roupa do varal molhou toda, né?…
1. Você se dirige até a casa do seu namorado(a), e tem dois caminhos para escolher: um atalho é curto e rápido, porém simples e aborrecido, o outro é largo e com formosas vistas. Qual você escolheria ?
2. No caminho, você para em uma floricultura encontra rosas amarelas e vermelhas. Decide levar 20 delas. Quantas amarelas e quantas vermelhas você decide levar? (você pode escolher todas de uma única cor)
3. Finalmente chegaste ao destino, e um membro da família do seu namorado(a) abre a porta. Você espera que alguém o(a) chame ou vai atrás dele(a) mesmo?
4. Você sobe ao quarto do seu namorado(a) e ele(a) não esta lá. Aonde você deixa as flores: em cima da cama ou numa mesa ao lado da janela?
5. Logo é hora de dormir. Você e seu(sua) namorado(a) dormem em quartos separados. Na manhã seguinte, você vai ao quarto dele(a) e espera que ele(a) esteja dormindo ou acordado(a)?
6. Chegou a hora de ir embora… Para voltar a sua casa você vai pelo caminho curto ou pelo longo?
Respostas
1.O caminho representa tua atitude de apaixonar-se. Se tomas o caminho curto, você se apaixona facilmente e rapidamente. O largo, você é difícil de se prender numa relação.
2.O número de rosas e a cor representa: as vermelhas o tanto que você se doa nesse relacionamento. E as amarelas o tanto que você espera ganhar em troca.
3. Esta pergunta representa tua atitude em manejar teus problemas as relações: se você respondeu que prefere esperar que o chamem, então você gosta de evitar os problemas e espera que os mesmos se resolvam por si. Se respondeste que vai atrás dele(a), é porque você é uma pessoa mais direta e que gosta de resolver os problemas rapidamente.
4.O local onde você coloca as flores significa o quanto você gosta de ver seu namorado(a). Se você pôs na cama, você sempre esta disposta(o) a vê-lo(a). Se pôs na mesa, é porque você não gosta tanto dessa pessoa quanto você mesma(o) espera.
5. Se espera que esteja dormindo, é porque você gosta dele(a) como ele(a) é de verdade. Se espera que esteja acordado(a) é porque quer que ele(a) mude por você. 6. Se tomaste o caminho longo e porque você está verdadeiramente apaixonada(o) e quer que a relação dure por muito tempo. Se escolheu o rápido é porque já esta cansada das relações e quer e precisa permanecer no momento sozinho(a).